Nostalgica, querendo descomplicar meus versos, assim como eu fazia antigamente.
Palavras dificeis, algumas nem se encontram no dicionário, as vezes só dentro do coração e ainda assim, muito bem escondidas.
As vezes insisto em andar para trás com medo do amanhã, ando vasculhando a razão, procuro no lugar errado, mas eu sempre soube que as respostas estariam dentro de um livro velho, empoeirado, jogado em alguma gaveta do criado mudo.
Eu continuo tremendo quando penso no amanhã.
Simplifique-se
Há 8 anos

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